quarta-feira, 18 de maio de 2011

7 DEGRAUS PARA COMEÇAR A FICAR MELHOR - DEGRAU 3

Sem preconceito, sem preconceito, sem preconceito!

Que diferença faz se eu sou preto, branco, rico ou pobre?!
Que diferença faz se eu sou do morro ou do asfalto?!
Que diferença faz se meu cabelo é enrolado ou liso?!

Infelizmente, volta e meia a gente sente algum tipo de preconceito. Amarelo, azul, branco, rosa ou vermelho. Você sabe como é...

O texto de hoje é voltado pra essa questão, porque pra começar a ficar melhor a gente precisa aprender que antes de julgar alguém, seja pelo motivo que for, a gente precisa abaixar a cabeça, olhar pra dentro de nós e perceber o quanto é interessante não saber porra nenhuma de nós mesmos.

Pois bem, o tal do Wikipédia me contou que Preconceito (prefixo pré- e conceito) é um "juízo" preconcebido, manifestado geralmente na forma de uma atitude "discriminatória" perante pessoas, lugares ou tradições considerados diferentes ou "estranhos". Costuma indicar desconhecimento pejorativo de alguém, ou de um grupo social, ao que lhe é diferente. As formas mais comuns de preconceito são: social, "racial" e "sexual".

De modo geral, o ponto de partida do preconceito é uma generalização superficial, chamada "estereótipo". Exemplos: "todos os alemães são prepotentes", "os americanos formaram grandes grupos arrogantes", "todos os ingleses são frios". Observar características comuns a grupos são consideradas preconceituosas quando entrarem para o campo da agressividade ou da discriminação, caso contrário reparar em características sociais, culturais ou mesmo de ordem física por si só não representam preconceito, elas podem estar denotando apenas costumes, modos de determinados grupos ou mesmo a aparência de povos de determinadas regiões, pura e simplesmente como forma ilustrativa ou educativa.

Observa-se então que, pela superficialidade ou pela estereotipia, o preconceito é um erro. Entretanto, trata-se de um erro que faz parte do domínio da crença, não do conhecimento, ou seja, ele tem uma base irracional e por isso escapa a qualquer questionamento fundamentado num argumento ou raciocínio.

Os sentimentos negativos em relação a um grupo fundamentam a questão afetiva do preconceito, e as ações, o fator comportamental. Segundo Max Weber, sujeitinho que viveu bem antes da gente nascer, o indivíduo é responsável pelas ações que toma. Uma atitude hostil, negativa ou agressiva em relação a um determinado grupo, pode ser classificada como preconceito. E geralmente vai ter volta. Enfim, não ter preconceito é possuir sabedoria suficiente para não atrair para si mesmo coisas ruins. Ontem foi até interessante ouvir de uma garota ae, sem ela saber que eu estava escrevendo sobre isso, que “a gente atrai o que a gente transmite.” E essa frase cai como uma luva nessa questão.

Sendo assim, a dica de hoje é: faça teu próprio estilo, faça o que você gosta, se vista como você quiser. Fale, grite, cante. Tudo do seu jeito. Só não esquece do tal respeito ao próximo. ok?! O resto é tudo blá blá blá de uma sociedade nojenta e hipócrita. Passa o corretivo.

Só pra finalizar: Não ao ódio, ao egoísmo e a falsidade. A gente merece um banho de amor e caridade. Fazer o bem nos reflete somente bondade. Se voce é preconceituoso nunca vai sentir o que é amor de verdade. Diz aiii se não rimou?! hahaha ;)
  
“Viva sua vida sem medo de arriscar. Se vai dar certo ou não o importante é tentar.”
Sejamos melhores. Sejamos nós mesmos.